Crise da água, quem é o culpado? Governador, São Pedro ou a população?

O ano de 2015 começou, e o tema não poderia ser outro, a crise hídrica que o Estado de São Paulo tem enfrentado. No período eleitoral, esse foi um tema muito discutido e defendido nos planos de governo, no entanto, o mesmo governador foi reeleito e pouco tempo depois foi declarado que de fato São Paulo, a terra da garoa, enfrentava sérios problemas. Mas o grande problema é que muitas pessoas ainda não entenderam que de fato a água está acabando.

Se por um lado os governantes não realizaram as obras e não movimentaram as ações para evitar esse atual cenário, por outro a população sempre tratou a questão da água de forma banal. Culpar São Pedro? Quanta besteira! Com toda certeza, Deus manda sim as chuvas mas com tantas alterações na natureza, a chuva não vem quando deveria vir. Da mesma forma, que os paulistanos hoje enfrentam as quatro estações em um único dia, isso é de responsabilidade do ser humano.

Há poucos dias, uma mente brilhante pensou em instalar um racionamento, que consiste em 5×2, ou seja cinco dias sem água e dois dias com água, já imaginaram que caos é pensado para os próximos meses ou dias, quem sabe. Outra mente brilhante também determinou que já acontece a redução da pressão da água, muitos locais ficam mais de 18h sem água, talvez possa ser uma boa medida mas são apenas suposições.

Agora uma realidade, os paulistanos foram obrigados a mudarem seus hábitos. Banhos demorados? Lavar a louça coma torneira aberta? Banho de piscina? Lavar o quintal todos os dias? Essas são umas das rotinas que foram modificadas, sim muitas pessoas começaram a adotar um plano b, dentro de suas casas. Mas vamos refletir e se esses hábitos tivessem em prática anos atrás, acredito que muitas pessoas não sofreriam com as mudanças.

O grande slogan e muitas campanhas, agora caí muito bem. Água: se não cuida, vai faltar. E de fato já foi anunciada data para acabar.
E a torneira seca? Triste realidade!

 

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Por que jornalismo?

Com essa pergunta iniciei a faculdade com meus 17 anos. Poderia escolher qualquer profissão ser professora seguindo o exemplo da minha mãe ou advogada como sonho do meu pai. Mas naquela fase de vestibulares escolhi mesmo sem saber fazer jornalismo. De inicio porque gostava de escrever e ler.

Quando ingressei na faculdade essa foi a primeira pergunta de um professor, mestre do jornalismo. Ouvi de alguns colegas ocupar o lugar da Fátima Bernardes ou William Bonner e depois daquela primeira aula decidi que queria mudar o mundo. Tarefa difícil a que escolhi. Mudar o mundo é muito mais que cursar uma faculdade e hoje vejo que mudar o mundo é talvez reportar apenas os problemas do bairro.

Outra questão da minha escolha que talvez poucos saibam é que quando fiz o vestibular para jornalismo ainda no segundo semestre do Ensino Médio, contei para meu professor de português que iria fazer jornalismo. Ele um senhor todo desconfiado, respondeu “Muitos saem daqui cheios de sonhos, mas poucos são valentes para correr atrás dos seus sonhos e realizar. Querida Adriana fico feliz, mas espero seu retorno aqui na escola para contar se foi até o final da sua faculdade”. Além de provar para aquele professor que eu era capaz, meu desafio era afirmar todos os dias que fiz escolha certa.

Hoje a resposta para essa mesma pergunta é outra. Fiz jornalismo por gostar de escrever, ler e odiar matemática, mas a vontade de fazer coisas diferentes, de se reinventar todos os dias, de escrever sobre os diferentes assuntos me faz afirmar que amo a loucura do jornalismo e afirmar que sou jornalista.

Todo o glamour direcionado a profissão não passa de glamour mesmo, viver o jornalismo mesmo é não ter vergonha de abordar uma fonte, ter ótimo ciclo de amizades, olhar e ver que tudo absolutamente tudo é notícia.

E posso afirmar sou jornalista por profissão e amor.

Até um próximo texto.

Adriana Monteiro

Tirando a poeira

Depois de vários incentivos vejo a necessidade e mais do que isso a vontade de tirar a poeira de um antigo blog criado na época da faculdade. Talvez seja uma mania normal de todo estudante de jornalismo querer ver seus textos mesmo cheio de erros, publicado em algum lugar e a criação de um blog é uma ótima alternativa.

E dessa forma, não foi diferente com essa eterna aprendiz e apaixonada pelo jornalismo. Esse blog foi criado em 2011, ano de conclusão da graduação e a vontade imensa de mudar o mundo com meus textos, ver que minhas histórias poderiam ajudar o próximo, a vontade continua a mesma, mas o sonho do blog foi esquecido por alguns anos e sempre a mesma história um dia eu reativo o blog mesmo que seja para escrever palavras soltas que talvez ninguém leia.

E esse dia chegou diferente de todas as promessas e dietas que começam na segunda, essa decisão veio em uma sexta-feira fria de julho e promete render alguns textos mesmo com a correria do dia a dia.

O grande desafio aqui é mostrar experiências da vida como realmente é. Algumas reflexões mais sérias e algumas mega fúteis, mas de alguma maneira colocar nas linhas de um texto sentimentos de uma menina mulher que sonha em ser uma grande jornalista.

E como sempre fala meus mestres do jornalismo “jornalista que é jornalista tem que escrever, ler e se reinventar todos os dias”.

Até breve em um próximo texto.

Adriana Monteiro

A primeira entrevista impossível esquecer. Banda Anjos de Resgate 2012

A primeira entrevista impossível esquecer. Banda Anjos de Resgate 2012

 

Os avanços tecnológicos ampliam a visão de mercado e consumo

Novas tecnologias ganham espaço e gera grande investimento por parte das emissoras de televisão
Com a chegada do sinal HDTV em 2007, vários fatores foram mudados pelas emissoras para adequar a nova tecnologia. No mesmo ano, a primeira emissora a obter a infra-estrutura e transmitir em alta definição, foi a Rede TV! no programa “Pânico na TV” que vai ao ar aos domingos. Diversas são as vantagens da TV digital, dentre elas: alta definição sendo seis vezes melhor a imagem, mobilidade devido o avanço da utilização da TV no celular, multiprogramação possibilidade de exibição de vários programas e interatividade.
Segundo Edjail Adib Antonio Kalled, superintendente de operações da Rede TV!, com essa tecnologia, o mercado vai aquecer e surgir novas oportunidades. É um mercado que cada vez mais precisa de profissionais qualificados para produzir conteúdo gerando assim novos empregos.
Hoje a influencia da televisão perante as pessoas é muito grande, e o acesso passou a ser mais fácil, ou seja, o conteúdo oferecido permite diversidade na escolha do canal preferido. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 98% dos lares brasileiros possuem acesso a televisão, e de acordo com pesquisas os brasileiros ficam cerca de 5 horas acompanhando as programações.
“A televisão é o meio mais democrático no Brasil”, declara Renato Cruz, jornalista da área de tecnologia no caderno de economia do jornal O Estado de S.Paulo. A tecnologia avança em uma grande velocidade e no ramo de sinal e qualidade da televisão este mercado é mudado anualmente. Os fabricantes ao investir em uma novidade visam principalmente o lucro que a produção vai gerar. No ano passado, devido à Copa do Mundo, o crescimento nas vendas foi de 30%, comparado ao ano de 2009, de acordo com a Associação Nacional de Fabricantes de televisores. Para a próxima Copa do Mundo realizada no Brasil, a expectativa que este crescimento seja maior.
Segundo Cruz, antigamente o televisor era feito para durar 10 anos e quando estragava era substituído por outro bem parecido, no entanto, hoje os televisores têm pouca durabilidade, a tecnologia muda frequentemente e lança novos modelos de televisores. Ou seja, o aparelho adquirido hoje, daqui alguns meses já é classificado como velho.

 

Livro: Contos de Bordel

O livro Contos de Bordel mostra a fundo o contexto de prostituição feminina do centro de São Paulo. Muito além de apresentar apenas a prostituição que todos já conhecem, o principal objetivo das autoras foi mostrar todos os lados dessa história, detalhando e narrando os personagens e diferentes situações.
Fizeram mais que colher as informações e depois reportar, as autoras do livro se deslocaram para os locais e por várias vezes em pesquisa de campo, vivenciaram o cotidiano das garotas.
O livro permite ao leitor deixar de lado qualquer preconceito a cerca do assunto, ao final da leitura. Apresenta linguagem simples e de fácil entendimento, uma narrativa que permite um passeio pelos locais descritos.
O trabalho de conclusão de curso foi além de todo o material já existente sobre prostituição feminina, as três autoras procuraram narrar cada beco, cada casa noturno e é possível conhecer cada personagem detalhadamente.
Os personagens são descritos pela forma de vestir, falar, e pelos motivos que as levaram a entrar no mundo do “dinheiro fácil”, e que para elas em certos momentos o dinheiro não chega fácil, envolvimento com os clientes pode custar gravidez indesejada e principalmente doenças sexualmente transmissíveis, mas também sofrer violência por parte dos clientes, muitos deles já bêbados.
A leitura do livro contribuiu para o melhor entendimento de estruturação de um livro reportagem, e de reportagem mais aprofundada, mostrando a forma de reportagem e a importância de uma boa pesquisa de campo.

Livro: Contos de Bordel de Renata Bortoleto, Ana Laura Diniz e Michele Izawa

Texto produzido para horas complementares – 2011

Vida Social

A boa utilização das redes sociais como oportunidades profissionais e bom relacionado com a sociedade

Com o advento da internet, as redes sociais de modo geral ganharam uma grande proporção, isso é constatado pelo grande número de sites existentes para os internautas. Cada vez mais as pessoas tornam público experiências pessoais e também profissionais, no entanto, até que ponto as redes sociais são favoráveis para obter uma vaga de emprego. “Nenhuma empresa quer ter em seu quadro de funcionários, pessoas preconceituosas ou que defendam causas fora no que nortem a culta organizacional”, afirma Francisco Sousa, consultor e coaching na empresa IndicaRH.
A vida profissional está diretamente ligada a vida pessoal, quando a pessoa busca uma posição dentro da empresa. Evidente que ao contratar, o chefe está preocupado com a imagem que o funcionário passa da empresa e a forma como ele conduz o trabalho.“Utilizo e bem da minha casa aonde não prejudico o meu ambiente de trabalho por estar postando algo”, Rodrigo de Oliveira, professor do Clube Paineiras do Morumby.
No entanto, os candidatos as vagas de emprego cometem algumas falhas nas redes sociais, que compromete a vida profissional. O consultor de RH Francisco Sousa enumera algumas das principais falhas, sendo elas, para os candidatos: exposição, frases de impacto e pré-conceitos; para trabalhadores empregados: perda de tempo corporativo sendo passivo a demissão por justa causa.
Por outro lado, usuários conscientes da influencia das redes sociais e da imagem negativa que pode passar. “As redes sociais são bons canais de comunicação, isso quando bem usados, imagine você ter parentes em outros
Estados do nosso país ou até mesmo fora do Brasil, é de suma importância, quando bem utilizadas são bem úteis, para todos os fins”, afirma Oliveira.

*Informações complementares: Francisco Sousa, Consultor nas áreas de RH, Tributaria e Redes Socias. Formado em Administração de Empresas, com especialização em Gestão de Pessoas. Atualmente, atuo como Consultor e Coaching nas Empresas: IndicaRH consultoria em RH (Taboão da Serra-SP), PHD contábil (Taboão da Serra-SP) e ARTE MÉDICA ASSESSORIA (Embu das Artes). Professor de Gestão e Liderança na Microlins Pirajussara, Taboão da Serra, SP e Professor de Teologia no Instituto de Teologia São Tomas de Aquino em Embu-SP.

Ser Jornalista….

Tirando a poeira do blog, após um longo inverno de conclusão de curso, agora sim com mais tempo postarei matérias, textos e análises dos fatos do cotidiano. Acompanhem, Comentem e Divulguém!! Adriana Monteiro

Amar um jornalista é…

Não se importar em passar o Natal sem ele, o carnaval sem ele, o aniversário sem ele.

Ficar acordada até as cinco esperando ele chegar do pescoção.

Empurrar o carro velho dele que sempre quebra de madrugada.

Suportar os amigos dele que não param de falar de jornalismo na mesa do bar.

Tolerar as reclamações de salário ruim, pauta ruim, editor ruim.

Acompanhá-lo em trabalhos free lance no sábado à noite ou domingo bem cedo.

Ler as matérias horríveis dele e dizer que ficaram ótimas.

Achar graça quando ele interrompe a transa para atender o pauteiro no celular.

Ouvir as histórias fantásticas da carreira dele quando vocês dois ficarem velhinhos sem dizer “querido, você já contou isso um milhão de vezes”.

Publicado por Duda Rangel no Blog Desilusões Perdidas

Copa de 2014 gerando oportunidades

A aquisição de acessórios, camisetas e adereços movimentará a economia do país dos comércios paulistanos

Por Adriana Monteiro

Os grandes eventos futebolísticos no país geram altos investimentos por parte do governo, e neste contexto os comércios são beneficiados pela ocasião. A Copa do Mundo de 2014 será realizada em território brasileiro e as estratégias de lucro vão além da estrutura que vem sendo preparada.“Na economia a tendência é aumentar a demanda por conta dos turistas. Com o este crescimento irá gerar mais empregos”, aponta Odilon Guedes, economista pela PUC e professor universitário da USP.

Visualizando os benefícios futuros para o negócio, o comerciante Eduardo Pereira, sócio-proprietário da loja de variedades Carrefaws, localizada no Jardim Santo Eduardo, bairro de Embu das Artes, acredita que o evento vai influenciar os comércios de modo geral, apesar do estado de São Paulo não estar 100% envolvido como o Rio de Janeiro, sede da Copa do Mundo.

Estudo realizado em 2010, pela Ernest & Young e a Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostra que a estimativa é que R$155,7 bilhões sejam injetados na economia do país. As estratégias de lucrar já são planejadas pelo comércio. “Vai ser uma Copa ótima para o Brasil, já estamos aumentando a loja e vamos investir pesado. Vai virar a loja da Copa”, aposta Pereira.

Segundo Pereira, o investimento para o Carrefaws na Copa de 2010 foi de 20 mil reais na compra de produtos e obtendo lucro em torno de 20% a 30%. Para o próximo evento o investimento será maior, e também trabalharão com anúncios e panfletos de divulgação. Para Guedes, o comércio deverá ampliar as lojas e enriquecer os estoques de tal forma suficiente a suprir a demanda no país, principalmente nas cidades que irão sediar o evento.

Do outro lado, movimentando a economia do país estão às pessoas empenhadas em consumir os produtos oferecidos. Porém a aquisição de produtos oficiais foge da realidade da grande maioria dos brasileiros. “Compro camisetas e dependendo do preço compro pirata, vou na 25 e compro um monte de acessórios para torcer mesmo”, garante Sandra Santos, coordenadora pedagógica.

A busca por produtos piratas está relacionada ao alto custo, mas também pela utilidade momentânea do acessório adquirido. Diante dessa evidência, os diferentes povos torcem e vibram por um ideal e pouco é levado em conta à origem do produto. “Costumo comprar produtos piratas, por que são mais em conta já produtos oficiais são mais caros e teriam que ser mais preservados, e como a Copa ocorre de quatro em quatro anos não tem a necessidade de se guarda um objeto que será usado daqui quatro anos novamente”, ressalta Ediesley Silva Lopes, auxiliar administrativo.

Realidade brasileira

O reajuste salarial gera impasse entre assalariados e governo. Programas sociais é uma alternativa de modificar o cenário

 

Adriana Monteiro

A população brasileira de modo geral busca cada vez mais um padrão de vida melhor. Diante dessa necessidade, segundo dados da pesquisa realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), seria necessário um salário mínimo de 2.194,76 reais, valor distante do atual salário mínimo brasileiro. Já as contas públicas sofreram este ano, um impacto de R$1,4 bilhão por conta do aumento, ou seja, o investimento com a remuneração para o governo causa grandes mudanças na economia do país.

No entanto, comparado a valores anteriores, hoje é viável afirmar que o salário mínimo segue um padrão econômico. O governo busca um equilíbrio entre os assalariados e a atual situação financeira. Atualmente, investir em questões básicas de qualidade torna-se um grande desafio para o grupo de 12,2 milhões dos brasileiros que recebem apenas um salário mínimo, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE) não inclui empregados informais.

Para solucionar essa deficiência algumas medidas são oferecidas pelo governo para atender a classe trabalhadora, como o Prouni – Programa Universidade para Todos, que tem como principal objetivo dar oportunidades de cursar uma universidade através de bolsa de estudos, a toda sociedade brasileira. Outro programa social é o Minha Casa Minha Vida – programa habitacional que visa oferecer moradia e tem como foco atender as famílias que possuem renda de até três salários mínimos, dentre outras providencias adotadas pelo governo.

Por outro lado, ainda de acordo com o Dieese, a cesta básica teve aumento significativo, de 2,45% no mês, gerando um custo de R$267,58 reais mensalmente. A indústria alimentícia nos últimos 12 meses teve o maior índice de aumento, fazendo assim a população mudar os hábitos de consumo. Por exemplo, a carne bovina de modo geral sofreu um aumento de mais de 35%, o filé mignon e a picanha sofreram aumento significativo de 50% em todo o país. Na questão de alimentação, os dependentes do reajuste salarial não suprem todas as necessidades básicas para melhor qualidade de vida.

Faça a sua parte

Diversos são os lugares que sofrem com as chuvas deste verão, dentre elas está os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Na região Serrana do Rio de Janeiro o número de óbitos já passam de 750 (informação retirada do site do G1-dia 20/01), além dos óbitos várias são as familias desabrigadas e algumas delas ilhadas, ou seja, até mesmo o resgate tem dificuldade para chegar.

De acordo com o Departamento de Estradas e rodagens (DER), os trabalhos para recuperação das estradas destruídas já começaram.

Mas não basta apenas ligar os noticiários, sentados em frente assistindo toda essa tragédia instalada não muito longe de cada um que assiste. Chega a hora de cada um fazer sua parte.

Vários são os pontos de coleta de doações, que podem variar de alimentos, roupas, produtos de higiene e limpeza, e principalmente água.

Vale também a fé neste momento, não para parar as chuvas mas para diminuir os números de vitimas dessa tragédia neste verão.

Vamos ajudar!

Adriana Monteiro