O reajuste salarial gera impasse entre assalariados e governo. Programas sociais é uma alternativa de modificar o cenário

 

Adriana Monteiro

A população brasileira de modo geral busca cada vez mais um padrão de vida melhor. Diante dessa necessidade, segundo dados da pesquisa realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), seria necessário um salário mínimo de 2.194,76 reais, valor distante do atual salário mínimo brasileiro. Já as contas públicas sofreram este ano, um impacto de R$1,4 bilhão por conta do aumento, ou seja, o investimento com a remuneração para o governo causa grandes mudanças na economia do país.

No entanto, comparado a valores anteriores, hoje é viável afirmar que o salário mínimo segue um padrão econômico. O governo busca um equilíbrio entre os assalariados e a atual situação financeira. Atualmente, investir em questões básicas de qualidade torna-se um grande desafio para o grupo de 12,2 milhões dos brasileiros que recebem apenas um salário mínimo, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE) não inclui empregados informais.

Para solucionar essa deficiência algumas medidas são oferecidas pelo governo para atender a classe trabalhadora, como o Prouni – Programa Universidade para Todos, que tem como principal objetivo dar oportunidades de cursar uma universidade através de bolsa de estudos, a toda sociedade brasileira. Outro programa social é o Minha Casa Minha Vida – programa habitacional que visa oferecer moradia e tem como foco atender as famílias que possuem renda de até três salários mínimos, dentre outras providencias adotadas pelo governo.

Por outro lado, ainda de acordo com o Dieese, a cesta básica teve aumento significativo, de 2,45% no mês, gerando um custo de R$267,58 reais mensalmente. A indústria alimentícia nos últimos 12 meses teve o maior índice de aumento, fazendo assim a população mudar os hábitos de consumo. Por exemplo, a carne bovina de modo geral sofreu um aumento de mais de 35%, o filé mignon e a picanha sofreram aumento significativo de 50% em todo o país. Na questão de alimentação, os dependentes do reajuste salarial não suprem todas as necessidades básicas para melhor qualidade de vida.

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  1. Milena Mota disse:

    Arrasou Dri!

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